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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Filme em movie maker

Não é obrigatório, mas quem fizer um filme em movie maker sobre o dia da consciência negra e este ficar bom, terá no mínimo uma nota dez a mais para fechar o quarto bimestre com chave de ouro.

Haiti

O Brasil Hoje: " Haiti - musica e letra de Caetano Veloso e Gilberto Gil Quando você for convidado pra subir no adro Da fundação casa de Jorge Amado Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos Dando porrada na nuca de malandros pretos De ladrões mulatos e outros quase brancos Tratados como pretos Só pra mostrar aos outros quase pretos (E são quase todos pretos) Como é que pretos, pobres e mulatos E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados E não importa se os olhos do mundo inteiro Possam estar por um momento voltados para o largo Onde os escravos eram castigados E hoje um batuque, um batuque Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária Em dia de parada E a grandeza épica de um povo em formação Nos atrai, nos deslumbra e estimula Não importa nada: Nem o traço do sobrado Nem a lente do fantástico, Nem o disco de Paul Simon Ninguém, ninguém é cidadão Se você for ver a festa do pelô, e se você não for Pense no Haiti, reze pelo... O Haiti é aqui O Haiti não é aqui E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer Plano de educação que pareça fácil Que pareça fácil e rápido E vá representar uma ameaça de democratização Do ensino de primeiro grau E se esse mesmo deputado defender a adoção da pena capital E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto E nenhum no marginal E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual Notar um homem mijando na esquina da rua sobre um saco Brilhante de lixo do Leblon E ao ouvir o silêncio sorridente de São Paulo Diante da chacina 111 presos indefesos, mas presos são quase todos pretos Ou quase pretos, ou quase brancos quase pretos de tão pobres E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos E quando você for dar uma volta no Caribe E quando for trepar sem camisinha E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba Pense no Haiti, reze pelo O Haiti é aqui O Haiti não é aqui Para responder e refletir: 1- Segundo a música "Haiti", quem é a maior vítima da falta de cidadania no Brasil? Justifique. 2- A letra da música "Haiti" denuncia alguns dos principais problemas vividos pela população brasileira na atualidade. Aponte-os. 3- Levando em conta toda a problemática social e política levantada em "Haiti", onde voce identifica a possibilidade de o Brasil superar sua condição de pobreza e injustiça, em outras palavras, "de o Haiti não ser aqui"?

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Meus queridos alunos do Lourival

Infelizmente não pude mais uma vez comparecer a aula porque estou seriamente envolvido com a organização de um projeto de grafitagem e feira cultural em minha querida EMEF Brasil-Japão mas com certeza voltarei na próxima terça feira para recolher trabalhos já prontos mas não esqueçam quen também estou recebenndo as postagens restantes. Im bom final de semana e até terça se Deus quiser!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Os Bestializados - livro de Joé Murillo de Carvalho

Os Bestializados Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Os Bestializados: O Rio de Janeiro e a República que não foi é um livro de José Murilo de Carvalho lançado pela editora Cia. das Letras. Os Bestializados é mais uma das grandes obras escritas pelo professor e historiador José Murilo de Carvalho. Dentre outras, pode-se citar, também, de grande importância, o livro A Formação das Almas, que retrata a República do Brasil através de textos e imagens, a tradução fidedigna das batalhas travadas pela construção de uma identidade para um novo estado republicano no Brasil, e Forças Armadas e Política no Brasil, onde busca investigar características organizacionais e aspectos internos da instituição militar, o que abriu um novo debate público sobre a organização militar e seu papel na sociedade. [editar] Resenha Nesta obra, José Murilo de Carvalho aborda o tema da participação das camadas inferiores da sociedade, no Rio de Janeiro, no período da Proclamação da República. Logo no início do livro, o autor cita o propagandista da República, Aristides Lobo, e o estudioso francês residente no Brasil, Louis Couty, com indagações a respeito da apatia do povo frente ao processo republicano. É a primeira vez, após a independência, que o país passa por um momento histórico de grande importância, discute-se a transição da monarquia para um estado republicano que pode colocar o próprio povo em igualdade, ao menos política, com as elites. Nas décadas finais do século XIX, o Rio de Janeiro passa por um boom demográfico, com um contingente populacional quase que dobrando entre 1872 e 1890. Isso, claro, provoca diversos problemas estruturais e de higiene na região. Cresce o número de pessoas buscando emprego, conseqüentemente, de desempregados. Aumenta a quantidade de pessoas a morar em cortiços, que já não tinham tanta higiene, agravando, então, a questão do saneamento básico e do abastecimento de água. Surtos de malária, varíola, febre amarela e tuberculose já são comuns em toda a cidade fluminense. A economia enfrenta índices inflacionários absurdos, por causa da especulação desenfreada em vários níveis, especialmente terrível para as classes populares, embora não tenham sido, pela falta generalizada de educação política e financeira, as únicas a sofrer os nefastos efeitos das consequências do mal gerenciamento da bolha do encilhamento. Existe, também, uma grande disputa ideológica, com os já conhecidos liberalismo e positivismo, e, juntando-se a eles, o socialismo e o anarquismo. A concepção de um povo “bestializado”, surge quando, após a conquista da Republica, por falta de uma organização política pela sociedade, o poder é dado a gente envolvida com o liberalismo imperial. Com a Constituição de 1891 não dando obrigatoriedade, ao estado, em fornecer educação ao povo, e, o direito de voto só ser dado àqueles não analfabetos, a grande maioria da população é excluída da participação na comunidade política. Como é a primeira vez que o povo vê um modelo de república, há um descontentamento generalizado, inclusive desejando-se o retorno ao próprio modelo monarca, devido à simpatia a D.Pedro II e a princesa Isabel. Então, essa falta de intervenção do povo, quanto ao processo de consolidação da República, faz com que estudiosos os chamem de “bestializados”. E assim são tratados até a Revolta da Vacina, em que eclodiu um sentimento tão esperado pela defesa da honra e de seus direitos. Figuras aclamadas pelo povo no início do século XIX e por historiadores na atual geração, o livro traz diversos personagens polêmicos, e outros nem tanto, que deram ao período um sentido político de grande importância para se compreender o processo de formação da República do Brasil. Seja do lado da elite, estado ou do povo, grandes nomes se fazem nesta época de intensa movimentação no Rio de Janeiro. Eis um dos grandes trunfos da obra de José Murilo de Carvalho. O autor não mede esforços para citar diversos nomes que dão credibilidade à história contada sobre aquela época. Recorrendo a jornais do período, sejam escritos pela elite ou pelo povo, ou em defesa deste, busca detalhes mínimos para enriquecer a sua obra. Revistas, almanaques e até fichas policiais são destrinchadas pelo escritor. Visitas ao arquivo público fluminense não são poucas. Em relação à bibliografia, mais de 70 livros são visitados pelo autor, para poder conceder-nos o prazer de reviver um momento histórico de tamanha importância. Ambientando no Rio de Janeiro, no final do século XIX e início do XX, José Murilo de Carvalho entra em detalhes quando retrata a cidade fluminense, desde as obras relacionadas ao desejo do governo em transformar o Rio numa Paris brasileira, até os bondes virados e fábricas e lojas destruídas e pilhadas pelos revoltosos. O autor tem o desejo de enriquecer tanto a obra que acaba por pecar ao se ater em quadros representando informações da época, seja da quantidade de estrangeiros, divisão da população em profissões ou as associações de auxílio mútuo. Não deixam de ser citações interessantes, mas o próprio autor repete a informação de que são dados imprecisos, cheio de falhas, possivelmente, destoantes da realidade. Outro fator que acaba por sair, um pouco, da linha correta da obra, é a forma que são introduzidas as imagens. Qual é a ligação com o texto? De que forma ela é feita? Sabe-se que existem imagens ao final do livro, aliás, um trecho somente delas, chamada de “Visões da época”, entretanto, apesar de terem a sua legenda atribuída corretamente, não existem momentos no corpo do livro que direcione o leitor às imagens no instante em que a elas devem-se reportar. Eis uma obra que vale a pena ser visitada não só pelos historiadores que desejam enriquecer a sua pesquisa, mas, também, por leitores interessados em saber um pouco mais da história de um Rio de Janeiro em pleno período de construção de um regime republicano na realidade brasileira. A participação do povo é de vital importância para a tomada de decisões benéficas às massas e, esse reconhecimento, se dá através de uma leitura agradável, com uma linguagem bastante acessível a quem quer que seja. Inclusive, ainda hoje, podemos encontrar algumas particularidades, não só na cidade fluminense, mas em todo o estado do Rio de Janeiro, e por que não no Brasil, que permeavam o cotidiano daquela camada popular.

Salve o dia 15 de Novembro?

Li este livro excelente para a compreensão da História da proclamação da República, ainda na faculdade- FFLCH-USP e nunca mais esqueci o grande ensinamento que me trouxe para enxergar que os grandes fatos históricos da nossa história oficial são todos forjados ou aumentados para que tenhamos uma crença na democracia brasileira que nunca realmente existiu. Peço que pesquisem sobre o assunto e se possível lerem o livro e me entregarem um trabalho de pesquisa contendo as seguintes etapas: a- Datar o fato histórico, nomeando os principais personagens protagonistas. b- Elaborar uma pequena pesquisa sobre a história republicana no Brasil. c- Responder a seuinte questão: Quem foram os Bestializados? d- Elaborarem uma conclusão apartir da questão problema: O advento da Republica brasileira foi obra de quais classes sociais e qual a participação do poco neste fato?
Comemoramos o dia 20 de Novembro como dia da consciência Negra, pois foi neste mesmo dia que morreu o grande Zumbi dos Palmares, líder quilombola e chefe guerreiro do Quilombo dos Palmares o maior e mais longevo quilombo que resistiu à escravidão durante o nosso passado escravista. Palmares representa a luta do negro pela sua liberdade e que o escravo nunca recebeu nada de mão beijada, pois teve que lutar por cada migalha conquistada na luta e na organização. Peço a todos uma monografia sobre o assunto, contendo: A- Uma introdução sobre porque "comemorar" o dia da Consciência Negra. B- Pesquisar sobra à história da escravidão negra no Brasil C- Relacionar nosso passado histórico com a questão do negro no Brasil hoje. Porque ainda existe o racismo e quais as consequências deste para os afrodescendentes. Buscar estatísticas que comprovem a existência do racismo no Brasil. E- Fazer uma conclusão dando sua opinião sobre o tema. E- Montar um trabalho multimídia sobre o assunto ( opcional)

Quem está vivo sempre aparece!

Então queridos alunos e alunas do Lourival, tinha qua fazer uma viagem aos EUA para auxiliar o meu grande amigo Obama em rumo a vitória nas eleições but Iam coming. Conto regressivamente os dias para as férias do fim do ano e ela já está próxima. Hoje vou postar os dois últimos trabalhos do 4º bimestre para que possamos fechar 2012 com uma chave de ouro. Os trabalhos são obrigatórios tanto para o 9º C como os 2º A, B e C. E ai vai as duas últimas postagens doano de 2012. UFA! Um grande abraço à todos e espero encontrálos todos no próximo ano em um degrau acima!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Redemocratização no Brasil - 9º C

Redemocratização do Brasil Por Tiago Ferreira da Silva Redemocratização do Brasil foram dois processos de transição política que acabaram com regimes ditatoriais. A primeira redemocratização ocorreu em 1945, com o fim do Estado Novo (1937-45), golpe militar implementado pelo governo de Getúlio Vargas. A segunda transição aconteceu em 1985, com o fim do Regime Militar (1964-85). Estado Novo Com a disseminação global do comunismo, governos de direita temiam a aproximação de suas matizes ideológicas ao público. Como presidente, Getúlio Vargas fez o que pôde para solapar o alastramento dos ideais de esquerda, para evitar que ocorressem greves e paralisações trabalhistas. Em 1937, a ala direita da base governista convenceu Vargas de que o Brasil estava ameaçado a sofrer uma conspiração de esquerda. A articulação dos direitistas ficou conhecida como Plano Cohen. Assim, Vargas decidiu manter o controle da nação com a ditadura do Estado Novo. Seguindo a corrente fascista e autoritária de líderes como Mussolini e Hitler, Vargas impediu a realização de eleições diretas e controlou ostensivamente os poderes Legislativo, Executivo e até mesmo o Judiciário. O fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, dava claros sinais de que o Estado Novo estava em desgaste, principalmente com a derrota dos fascistas. Prevendo isso, ele tentou legitimar seu golpe utilizando o artifício do populismo com as massas urbanas, mas acabou sendo derrubado pela mesma elite que o colocou no poder. Com o fim do Estado Novo,o Brasil teve seu primeiro processo de transição Ditadura Militar Apesar de ter durado mais de duas décadas, a Ditadura já estava em desgaste havia muito tempo. A sociedade reivindicava as liberdades individuais restringidas e exigia que os presos políticos fossem soltos mas, mesmo com toda essa pressão, naquele momento o país não mostrava sinais claros de retornar à democracia. Depois dos anos de chumbo do governo Médici, Ernesto Geisel assumiu a presidência em 1974 e trouxe uma esperança de retorno à democracia com a abertura política ‘lenta e gradual’. Com a aprovação da Lei da Anistia, em 1979, pelo governo de João Baptista Figueiredo, esperava-se que o regime cessasse rapidamente. Somente em 1985 a Redemocratização do Brasil foi concluída. Os militares enfrentavam dificuldades para recuperar a economia do país. Nesta época, os índices de inflação eram muito altos, além dos inúmeros casos de corrupção na máquina pública revelados pela imprensa. Os setores de saúde e educação enfrentavam rombos enormes e a sociedade pressionava para que os militares deixassem o poder. A eleição presidencial de Tancredo Neves em 1984 pelo Colégio Eleitoral marcou o fim da Ditadura Militar, apesar de não obter apoio de partidos da esquerda como o Partido dos Trabalhadores e o Partido Comunista. Entretanto, Tancredo Neves foi internado antes de ocupar o cargo e faleceu um mês depois. Quem ocupou o cargo da presidência foi seu vice, José Sarney. Durante o Governo Sarney, uma nova Constituição foi formulada e concluída em 1988. O texto previa o fim da censura e proclamava o direito às liberdades civis da sociedade. Em 1989, a sociedade votou pela primeira vez após o fim do Regime Militar, elegendo como presidente Fernando Collor de Mello.

A República no Brasil- 1889-1930- 2ºs A,B e C

História do Brasil República República Velha, República da Espada, presidência civil, Política dos governadores, café-com-leite, divisões, Aliança Liberal, coronelismo, Revolução de 30. Marechal Deodoro da Fonseca: primeiro presidente do Brasil Introdução O período que vai de 1889 a 1930 é conhecido como a República Velha. Este período da História do Brasil é marcado pelo domínio político das elites agrárias mineiras, paulistas e cariocas. O Brasil firmou-se como um país exportador de café, e a indústria deu um significativo salto. Na área social, várias revoltas e problemas sociais aconteceram nos quatro cantos do território brasileiro. A República da Espada (1889 a 1894) çãú Proclamação da República (Praça da Aclimação, atual Praça da República, Rio de Janeiro, 15/11/1889) Em 15 de novembro de 1889, aconteceu a Proclamação da República, liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Nos cinco anos iniciais, o Brasil foi governado por militares. Deodoro da Fonseca, tornou-se Chefe do Governo Provisório. Em 1891, renunciou e quem assumiu foi o vice-presidente Floriano Peixoto. O militar Floriano, em seu governo, intensificou a repressão aos que ainda davam apoio à monarquia. A Constituição de 1891 ( Primeira Constituição Republicana) Após o início da República havia a necessidade da elaboração de uma nova Constituição, pois a antiga ainda seguia os ideais da monarquia. A constituição de 1891, garantiu alguns avanços políticos, embora apresentasse algumas limitações, pois representava os interesses das elites agrárias do pais. A nova constituição implantou o voto universal para os cidadãos ( mulheres, analfabetos, militares de baixa patente ficavam de fora ). A constituição instituiu o presidencialismo e o voto aberto. República das Oligarquias O período que vai de 1894 a 1930 foi marcado pelo governo de presidentes civis, ligados ao setor agrário. Estes políticos saiam dos seguintes partidos: Partido Republicano Paulista (PRP) e Partido Republicano Mineiro (PRM). Estes dois partidos controlavam as eleições, mantendo-se no poder de maneira alternada. Contavam com o apoio da elite agrária do país. Dominando o poder, estes presidentes implementaram políticas que beneficiaram o setor agrário do país, principalmente, os fazendeiros de café do oeste paulista. Surgiu neste período o tenentismo, que foi um movimento de caráter político-militar, liderado por tenentes, que faziam oposição ao governo oligárquico. Defendiam a moralidade política e mudanças no sistema eleitoral (implantação do voto secreto) e transformações no ensino público do país. A Coluna Prestes e a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana foram dois exemplos do movimento tenentista. Política do Café-com-Leite A maioria dos presidentes desta época eram políticos de Minas Gerais e São Paulo. Estes dois estados eram os mais ricos da nação e, por isso, dominavam o cenário político da república. Saídos das elites mineiras e paulistas, os presidentes acabavam favorecendo sempre o setor agrícola, principalmente do café (paulista) e do leite (mineiro). A política do café-com-leite sofreu duras críticas de empresários ligados à indústria, que estava em expansão neste período. Se por um lado a política do café-com-leite privilegiou e favoreceu o crescimento da agricultura e da pecuária na região Sudeste, por outro, acabou provocando um abandono das outras regiões do país. As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste ganharam pouca atenção destes políticos e tiveram seus problemas sociais agravados. Política dos Governadores Montada no governo do presidente paulista Campos Salles, esta política visava manter no poder as oligarquias. Em suma, era uma troca de favores políticos entre governadores e presidente. O presidente apoiava os candidatos dos partidos governistas nos estados, enquanto estes políticos davam suporte a candidatura presidencial e também durante a época do governo. O coronelismo A figura do "coronel" era muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. Era usado o voto de cabresto, em que o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo a violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votasse nos candidatos indicados. O coronel também utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais como: compra de votos, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violência. O Convênio de Taubaté Essa foi uma fórmula encontrada pelo governo republicano para beneficiar os cafeicultores em momentos de crise. Quando o preço do café abaixava muito, o governo federal comprava o excedente de café e estocava. Esperava-se a alta do preço do café e então os estoques eram liberados. Esta política mantinha o preço do café, principal produto de exportação, sempre em alta e garantia os lucros dos fazendeiros de café. A crise da República Velha e o Golpe de 1930 Em 1930 ocorreriam eleições para presidência e, de acordo com a política do café-com-leite, era a vez de assumir um político mineiro do PRM. Porém, o Partido Republicano Paulista do presidente Washington Luís indicou um político paulista, Julio Prestes, a sucessão, rompendo com o café-com-leite. Descontente, o PRM junta-se com políticos da Paraíba e do Rio Grande do Sul (forma-se a Aliança Liberal ) para lançar a presidência o gaúcho Getúlio Vargas. Júlio Prestes sai vencedor nas eleições de abril de 1930, deixando descontes os políticos da Aliança Liberal, que alegam fraudes eleitorais. Liderados por Getúlio Vargas, políticos da Aliança Liberal e militares descontentes, provocam a Revolução de 1930. É o fim da República Velha e início da Era Vargas. Galeria dos Presidentes da República Velha: Marechal Deodoro da Fonseca (15/11/1889 a 23/11/1891), Marechal Floriano Peixoto (23/11/1891 a 15/11/1894), Prudente Moraes (15/11/1894 a 15/11/1898), Campos Salles (15/11/1898 a 15/11/1902) , Rodrigues Alves (15/11/1902 a 15/11/1906), Affonso Penna (15/11/1906 a 14/06/1909), Nilo Peçanha (14/06/1909 a 15/11/1910), Marechal Hermes da Fonseca (15/11/1910 a 15/11/1914), Wenceslau Bráz (15/11/1914 a 15/11/1918), Delfim Moreira da Costa Ribeiro (15/11/1918 a 27/07/1919), Epitácio Pessoa (28/07/1919 a 15/11/1922), Artur Bernardes (15/11/1922 a 15/11/1926), Washington Luiz (15/11/1926 a 24/10/1930). Você sabia? - O período da História do Brasil conhecido como Nova República teve início em 1985, com o fim da Ditadura Militar e início do processo de redemocratização. Este período da História do Brasil dura até os dias atuais. - A palavra República tem origem no latim res publica, cujo significado é "coisa pública".

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Serra X Haddad

Aos meus alunos do 9º C O debate e a entrega dos trabalhos sobre a eleição estava marcado para amanhã(terça-feira) mas terei que me ausentar para participar de uma reunião de representantes do sindicato dos professores. Estarei nesta quarta-feira para receber os trabalhos escritos e se possível dar efetividade ao debate. Até quarta-feira!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Anonymous

Hackerativismo: A guerra instalada no mundo virtual Detalhes Publicado em Segunda, 16 Julho 2012 14:58 Escrito por Caros Amigos inShare HACKERATIVISMO: A GUERRA INSTALADA NO MUNDO VIRTUAL Por Aray Nabuco Um movimento político nascido e sustentado na internet ganhou a simpatia e empolgou militantes de todo o mundo, principalmente durante as manifestações do movimento Occupy e em protestos promovidos virtualmente em vários países, incluindo o Brasil. O Anonymous tornou-se sinônimo de resistência e força política na rede, levando sua marca para todo o mundo - a máscara da novela gráfica, também vertida em filme, V de Vingança, cujo protagonista planeja explodir o Parlamento inglês. O movimento virou símbolo do ativismo político virtual, revelando em parte, para muitas pessoas, o que é, na verdade, a ponta de um iceberg: o embate político, ideológico e militar que ocorre nas várias camadas da internet. Nessa rede de intrigas e perigos reais, o Anonymous tornou-se a parte visível das batalhas pelo controle no ciberespaço que, mesmo sendo virtual, numa sociedade cada vez mais dependente dos computadores, dá poder para colocar em jogo a situação política de nações e as liberdades individuais. Há uma guerra instalada nesse mundo de silício, zeros e uns. Subterrânea e silenciosa, mas constante, e cujos atores e consequências nem sempre aparecem para as massas, como nas notícias dos ataques por vírus dos batalhões virtuais e ciberagentes estadunidenses e israelenses a unidades nucleares do Irã ou ainda, bem mais visível, nas tentativas das corporações de controlar a rede e vasculhar a privacidade. Se a internet foi idealizada pelo espírito libertário dos anos de 1960, hoje, cada vez mais buscam cercear essa arquitetura da liberdade, cada vez mais torna-se um campo minado por armadilhas comerciais e de Estado. Para os estados imperialistas, a rede é instrumento fundamental do que se convencionou chamar de ‘guerra assimétrica’, na qual todos os recursos valem para se chegar ao objetivo. Com uma grande vantagem para qualquer um que a use: na ciberguerra, não é preciso a logística e custo de movimentar homens e equipamentos nem o custo de se expor publicamente.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Atividade valendo nota para os 2º A, B e C

Vocês deverão fazer um trabalho de pesquisa sobre o tema, contendo as respostas para as seguintes questões: 1- Qual a relação das guerras napoleônicas com o processo de independência das colônias espanholas? 2- Comente a seguinte frase: “O liberalismo inglês, as ideias francesas, a ambição de Napoleão e a estupidez da Espanha influenciaram muito a América" Simon Bolívar. 3- Cite os cinco grandes eventos históricos que influenciaram diretamente na crise do Sistema Colonial na América. 4- Qual a conjuntura econômica na América Hispânica que influenciaram diretamente neste processo de independência? 5- Cite as classes sociais que compunham a antiga sociedade colonial na América espanhola e relacione com o poder político, econômico e social da época. 6-Quem foram os precursores da libertação da América colonial espanhola? Localize suas áreas de atuação. 7- Quem foram os grandes Libertadores da América? Localize suas áreas de atuação. 8- Qual foi o diferencial da independência do Haiti do resto da América espanhola? 9- Qual a proposta de Simon Bolívar para a Independência da América espanhola? 10- Compare o processo de independência do Brasil com o processo de independência da América espanhola. Bom Trabalho!

INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA LATINA- AULA PARA OS 2ºS

Independência da América Espanhola Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. As guerras de independência na América espanhola foram as numerosas guerras contra o Império Espanhol na América espanhola, que ocorreram durante o início do século XIX, a partir de 1808 até 1829. O conflito começou em 1808, com juntas estabelecidas no México e Montevidéu, em reação aos acontecimentos da Guerra Peninsular. Os conflitos podem ser caracterizados tanto como uma guerra civil e uma guerra de libertação nacional como guerras internacionais (entre países), uma vez que a maioria dos combatentes de ambos os lados eram espanhóis e americanos, o objetivo do conflito por um lado foi a independência das colônias espanholas nas Américas. As guerras, em última instância, resultaram na criação de uma série de novos países independentes que se prolongam da Argentina e Chile, no sul, ao México, no norte. Apenas Cuba e Porto Rico permaneceram sob domínio espanhol, até à Guerra Hispano-Americana em 1898. Os conflitos são geralmente relacionados com as guerras de independência da América Latina, que incluem os conflitos no Haiti e o Brasil. A independência do Brasil compartilha com uma origem comum com a da América espanhola, uma vez que ambas foram acionados pela invasão da Península Ibérica por Napoleão em 1808. Além disso, o processo da independência dos países da América Latina ocorerram geralmente em um clima político e intelectual que emergiu da Idade do Iluminismo e que influenciou todas as chamadas Revoluções do Atlântico, incluindo as revoluções anteriores nos Estados Unidos e França. No entanto, as guerras, e a independência da, América espanhola foram resultado da evolução da situação única da monarquia espanhola.

Atividade para nota para o 9º C

Elaborar uma trabalho de pesquisa contendo as seguintes respostas sobre o tema: 1- O que foi a Guerra Fria? 2- Quando e de que forma este processo histórico se deu? 3- Qual a participação de Gorbachtev neste evento histórico? 4- Quais países estiveram a frente de evento histórico? 5- Quais as causas e consequências da Guerra Fria? 6- Faça um pequeno desenho ou retire da internet uma imagem que represente bem este processo histórico?

Aula para o 9º C

Guerra Fria Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Data 1945 — 1991 Local Global Desfecho Vitória do Primeiro Mundo (capitalistas) Status Fim da União Soviética Fim do socialismo na maioria dos países de Segundo Mundo Divisão do mundo de acordo com a Teoria dos Mundos, principalmente Introdução do capitalismo como exemplo mundial Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991). Em resumo, foi um conflito de ordem política, militar, tecnológica, econômica, social e ideológica entre as duas nações e suas zonas de influência. Uma parte dos historiadores defende que esta foi uma disputa entre o capitalismo, representado pelos Estados Unidos e o socialismo, defendido pela União Soviética (URSS). Entretanto, esta caracterização só pode ser considerada válida com uma série de restrições e apenas para o período do imediato pós-Segunda Guerra Mundial, até a década de 1950. Logo após, nos anos 1960, o bloco socialista se dividiu e durante as décadas de 1970 e 1980, a China comunista se aliou aos Estados Unidos na disputa contra a União Soviética. Além disso, muitas das disputas regionais envolveram Estados capitalistas, como os Estados Unidos contra diversas potências locais mais nacionalistas. É chamada "fria" porque não houve uma guerra direta ou seja bélica, "quente", entre as duas superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida armamentista pela construção de um grande arsenal de armas nucleares foi o objetivo central durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se na década de 1960 até à década de 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do presidente estadunidense Ronald Reagan chamado de "Guerra nas Estrelas". Dada a impossibilidade da resolução do confronto no plano estratégico, pela via tradicional da guerra aberta e direta que envolveria um confronto nuclear; as duas superpotências passaram a disputar poder de influência política, econômica e ideológica em todo o mundo. Este processo se caracterizou pelo envolvimento dos Estados Unidos e União Soviética em diversas guerras regionais, onde cada potência apoiava um dos lados em guerra. Estados Unidos e União Soviética não apenas financiavam lados opostos no confronto, disputando influência político-ideológica, mas também para mostrar o seu poder de fogo e reforçar as alianças regionais. Neste contexto, os chamados países não alinhados, mantiveram-se fora do conflito não alinhando-se aos blocos pró-URSS ou pró-EUA. E formariam um "terceiro bloco" de países neutros: o Movimento Não Alinhado. Norte-americanos e soviéticos travaram uma luta ideológica, política e econômica durante esse período. Se um governo socialista fosse implantado em algum país do Terceiro Mundo, o governo norte-americano entendia como uma ameaça à sua hegemonia; se um movimento popular combatesse um governo aliado à soviético, logo poderia ser visto com simpatia pelos Estados Unidos e receber apoio. A Guerra da Coreia (1950-1953), a Guerra do Vietnã (1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba (1962) e, também na América do Sul, a Guerra das Malvinas (1982). Entretanto, durante todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras inter-estatais foi intensificado pela polarização entre EUA e URSS. Esta polarização dos conflitos locais entre apenas dois grandes polos de poder mundial, é que justifica a caracterização da polaridade deste período como bipolar. Principalmente porque, mesmo que tenham existido outras potências regionais entre 1945 e 1991, apenas Estados Unidos e URSS tinham capacidade nuclear de segundo ataque, ou seja, capacidade de dissuasão nuclear.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Atividade a ser entregue pela 9ª C

Olá galera do 9º C. Como já combinado voces deverão realizar uma pesquisa e responderem as questões sobre o Imperialismo do final do século XIX e início do século XX e descreveram o que foi a partilha do continente africano e qual a relação entre o neocolonialismo e a partilha da África. O prazo final para entrega dos trabalhos é até o dia 14/08/2012. Bom duvertimento!

Nova postagem para os 2ºs A, B e C

Nesta postagem voces deverão responder as seguintes questões: 1- O que foi a Revolução Francesa? 2- Quem foi Napoleão Bonaparte? 3- Qual a relação de Napoleão com a Revolução Francesa? Todos tem o prazo até o próximo dia 14/08 para postarem mais essa atividade.

Bom retorno das Ferias de Julho!

Olá Pessoal, tudo bem? Espero que as férias tenham deixado a todos mais dispostos e tranquilos. Já estamos no 3º bimestre e agora é o momento de revertermos a situação para quem não anda muito bem das notas e para os bons alunos uma oportunidade única de fechar o bimestre não dependendo de nota para o próximo. Fico feliz em retornar e reencontrar à todos. Um ótimo retorno a nossa querida escola.

sábado, 23 de junho de 2012

Todos aqueles que postaram os trabalhos deste segundo bimestre: Salve 13 de Maio e o Absolutismo Monárquico, já tiveram sua nota computada. Como já disse se não estiverem seguindo este blog não posso localizar os trabalhos de vocês. Portanto minha parte eu fiz. Verifique seus blogs e vejam se deixei um comentário na sua última postagem, se não dançou meu irmão. Na próxima terça feira estarei na escola verificando possíveis erros. Um abraço à todos e boas férias !

domingo, 27 de maio de 2012

Oi pessoal do Lourival. Peço-lhes mil desculpas senão
disse que o trabalho sobre o Absolutismo Monárquico é para os segundos anos e a postagem sobre a República Velha e a Revolução de 30 é para o 9ºC. Um abraço para todos! Até terça-feira.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A República Velha 1889-1930

República Velha Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. República dos Estados Unidos do Brasil Governo República, Democracia constitucional Coronelismo Presidente • 1889–1891 Marechal Deodoro da Fonseca (Primeiro) • 1926–1930 Washington Luís (Último) Período histórico Séculos XIX e XX • 15 de novembro de 1889 Proclamação da República do Brasil • 24 de outubro de 1930 Golpe de 1930 Moeda Réis A Primeira República Brasileira, normalmente chamada de República Velha (em oposição à República Nova, período posterior, iniciado com o governo de Getúlio Vargas), foi o período da história do Brasil que se estendeu da proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, até a Revolução de 1930 que depôs o 13º e último presidente da República Velha Washington Luís. Esse período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como "Primeira República", "República dos Bacharéis", "República Maçônica" e "República da Bucha", pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito e o concluiu em São Paulo.[1] Quase todos foram membros da maçonaria. E, quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 - 1841).[2] Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha:[3] Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos "da mesma origem", que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante. — Carlos Lacerda Os candidatos de oposição à presidência da república também foram maçons: Rui Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o ex-presidente da república (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife.

O Absolutismo Monarquico

O absolutismo monárquico Nos século XIV e XV na Europa iniciou-se um processo histórico onde a centralização do Estado na figura de um rei, passou a ser a necessidade de um sistema capitalista em pleno florescimento. Uma só moeda, um só sistema de pesos e medidas, caminhos livres da exploração parasitária de uma nobreza feudal em plena decadência. Os comerciantes e mercadores aliaram-se a uma nobreza ávida de um estado centralizador, forte e empreendedor de grandes negócios. Eis o cenário histórico em que surge Nicolau Maquiavel. Criador da política moderna e burguesa ao separar a Igreja das decisões essências da economia. Separou a ética da política e criou um manual científico de como os príncipes deveriam atuar para conquistarem e permanecerem com o poder. Escreveu em Florença para seu príncipe mais foi posto em prática primeiramente pó Henrique VIII ao criar um imbróglio sobre seu casamento e assim conseguir espoliar os bens da Igreja ao criar a sua própria. Catarina de Medicis também leu dessa fonte e aniquilou todos os seus adversários usando métodos que mais tarde foram chamados de maquiavélicos. A máxima de sua filosofia é: Os fins justificam os meios, ou seja, não importa se eu tenha que matar assinar, trair se assim conseguir meu objetivo maior: O Poder quase que divino do Rei. Como da para se notar os políticos brasileiros parecem ter o Príncipe como cartilha.os na europa Entregar um trabalho individual sobre o absolutismo monarquico e Maquiavel, respondendo uma qustão problema. Qual a relação do livro de Maquiavel e os acontecimentos na europa e em direção ao processo de fortalecimento do poder do rei?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Salve o dia 13 de Maio?

Salve 13 Maio! Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão. No dia 13 de maio "comemoramos" a abolição da escravatura, mas, vejamos a situação atual do negro no Brasil, após há exatamente 121 anos de "liberdade": Total de pobres no Brasil Brancos/as Negros/as 53 milhões 37% 63% Total com renda abaixo de R$120,00 30% 70% Lembramos, inclusive, que o Brasil é o país que, fora da África, concentra a maior população negra. É também o país onde os negros são a parcela da população mais atingida pela exclusão social: baixa remuneração, desemprego, piores moradias, maior taxa de repetência, menor expectativa de vida e altos indíces de mortalidade infantil. Em função disso, como podemos dizer que os negros são livres se relegamos a eles os piores índices. Penso que o 13 de maio só terá sentido quando a sociedade brasileira discutir esses números. OBS: VEJA TODO O TEXTO NO SITE: http://www.fema.edu.br/arqNoticias/361mai.htm

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Salve o dia dos Trabalhadores!

Histórico Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket. Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais. Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Salve o dia do Trabalhador!

domingo, 29 de abril de 2012

A partir de agora não estou mais aceitando postagens. Obrigado a todos que fizeram os trabalhos e postaram. Bom feriado é ótimo dia do trabalho.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Trabalho sobre Tiradentes ou "A Inconfidência Mineira"



Este trabalho poderá ser o último do bimestre ou primeiro do segundo. Iremos definir amanhã com a turma mas de antemão vou dizendo o que é pra fazer. Procurar, Um música, um poema ou mesmo uma imagem sobre o tema e elaborar um projeto de pesquisa contendo
Uma introdução
Um resumo sobre o assunto
Uma conclusão
Bibliografia

EFEMÉRIDES



PÁTRIA AMADA ESQUARTEJADA

Painel nº1-Óleo de Autran. Detalhe. Vila Militar, RJ.

A História de uma país é feita de muitas datas. Se o descobrimento aparece como um marco inicial, a independência é geralmente representada como um "nascimento": a criação da nação.
No Brasil do final do século XIX, monarquistas e republicanos disputaram entre si a data do aniversário. Para os primeiros, o Brasil nascia com o "grito" de D. Pedro I, 170 anos atrás. Para os segundos, Tiradentes executado, pela monarquia portuguesa Há mais de 200 anos, era o verdadeiro herói da nação. Hoje, em pacífica harmonia ambos figuram lado ao lado no panteão de heróis da pátria.

Um Herói acima das diferenças


UM CORPO ESQUARTEJADO
Óleo de Pedro Américo. Museu Mariano procópio, Juiz de fora, MG
painel 2-
TIRADENTES UM HERÓI ACIMA DAS DIFERENÇAS

A República forjou em Tiradentes a figura de um herói capaz de legitimar o novo regime político, ocultar as diferenças e unificar a nação sob seu comando. Executado pelo governo português encarnou o papel de mártir que incorporava as culpas, dores e sonhos de todo o povo. Para os republicanos de 1889, ele tinha ainda a vantagem de ser o mais popular das vítimas da monarquia lusitana, à qual a brasileira estava ligada pelos laços de sangue.

21 de Abril de 1789 - Data da morte e enforcamento de Tiradentes


Painel 3- UMA IMAGEM SAGRADA: O CRISTO BRASILEIRO
Óleo de Aurélio de Figueiredo- Museu Histórico Nacional, RJ.


Nenhum dos retratos de Tiradentes foi feito por quem o tivesse conhecido pessoalmente. As imagens pelas quais o reconhecemos são, na maior parte, idealizações que buscam acentuar a semelhança com as representações de Cristo. desde os retratos pintados no final do século XIX, Tiradentes é apresentado com longas barbas e cabelos, túnica branca, ar sereno, olhar perdido no infinito. A corda do enforcamento em volta do pescoço é o único elemento que o distingue da imagem religiosa

Trabalho sobre o dia 21 de Abril



PAINEL 4- UMA IMAGEM SAGRADA: CRUZ E PATÍBULO

A associação do drama de Tiradentes ao simbolismo cristão é reforçada nas imagens: o cadafalso focalizado de Baixo para cima e as perspectivas que sugerem a cruz; a presença do crucifixo; o carrasco ajoelhado, que cobre o rosto com as mãos; a cabeça decepada mas limpa e o manto branco sobre ela sugerindo uma auréola; a alva, embora mais recente, convertida em uma espécie de santo sudário. Associado a Cristo, Tiradentes poderia simbolizar a união mística do país: estabelecia os laços com o passado ao vincular independência e república na biografia da nação. Podia projetar-se também para o futuro, como uma imagem acima dos conflitos e diferenças que dividem o Brasil.

Tiradentes


PAINEL 5- A SENTENÇA E A PENA
Painel de Candido Portinari. Detalhes. Memorial da América Latina, SP.

A execução de Tiradentes tinha um sentido bem mais amplo que o enforcamento. Tratava-se de uma punição exemplar: esquartejar, exibir o corpo nos locais em que os crimes foram praticados, salgar terrenos, demolir casas faziam parte do esforço de apagar a memória do criminoso e reavivar a da punição de seus crimes. Afirma-se por estas práticas o poder do soberano, e incutia-se temor em seus súditos. A memória de Tiradentes, no entanto, foi construída de outro jeito: quase sempre, o herói aparece vivo e inteiro, sem marcas da pena que sofreu.
MAS SUA FIGURA ESQUARTEJADA NÃO SERIA UMA IMAGEM MAIS PRÓXIMA DO PAÍS?

O Romanceiro da Inconfidência - Cecília Meireles


Romance XXXI ou De Mais Tropeiros

Montaria
Por aqui passava um homem
- e como o povo se ria!-
que reformava este mundo
de cima da montaria.
Tinha um machinho rosilho.
Tinha um machinho castanho.
Dizia: "Não se conhece
país tamanho!"
"Doc Caeté a Vila Rica,
tudo ouro e cobre!
O que é nosso, vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!"
Por aqui passava um homem
- e como o povo se ria!-
que não passava de alferes
de cavalaria!
"Quando eu voltar - afirmava -
outro haverá que comande.
Tudo isto vai levar volta,
e eu serei grande!
"Faremos a mesma coisa
que fez a América Inglesa!"
E bradava: "Há-de ser nossa
tanta riqueza!"
Por aqui passava um homem
- e como o povo se ria! -
"Liberdade ainda que tarde"
nos prometia.
E cavalgava o machinho.
E a marcha era tão segura
que uns diziam: "Que coragem!"
E outros: "Que loucura!"
Lá se foi por estes montes,
o homem de olhos espantados,
a derramar esperanças
por todos os lados.
Por isso passa um homem
- e como o povo se ria! -
e, atrás, a sorte corria...
Dizem que agora foi preso,
não se sabe onde.
( Por umas cartas entregues
ao Vice-Rei e ao Visconde. )
Pois parecia loucura,
mas era mesmo verdade.
Quem pode ser verdadeiro
sem que desagrade?
Por aqui passava um homem...
- e como o povo se ria! -
No entanto, à sua passagem,
tudo era como alegria.
Mas ninguém mais se está rindo,
pois talvez ainda aconteça
que ele por aqui não volte,
ou que volte sem cabeça...
( Pobre daquele que sonha
fazer bem - grande ousadia -
quando não passa de alferes
de cavalaria! )
Por aqui passava um homem...
- e o povo todo se ria.

quarta-feira, 28 de março de 2012

System Failure


Qual um vírus que invade nosso sistema e rouba a nossa senha, estive em apuros hoje na sala multimídia. O nome do virus chamava-se incompetência ou sabotagem e quase infectou e destruiu as minhas forças. Busquei um potente firewall para a limpeza do sistema e do animo e recuperei o que havia perdido: A minha vontade de lutar e combater as "forças do mal". Como diz o ditado: "Há males que vem para o bem".

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918)


Primeira Guerra Mundial
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
A Primeira Guerra Mundial
Vítimas
Mortes militares: 5 milhões
Mortes civis: 6 milhões
Total: 11 milhões Mortes militares: 4 milhões
Mortes civis: 4 milhões
Total: 8 milhões
A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras) foi um conflito bélico mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a coligação formada pelas Potências Centrais (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano)[1], e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
No início da guerra (1914), a Reino de Itália era aliada dos Impérios Centrais na Tríplice Aliança, mas, considerando que a aliança tinha carácter defensivo (e a guerra havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado à aliança e que, portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e da França fizeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Ístria (com exceção da cidade de Fiume), parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albânia, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Império Turco, além de uma expansão das colônias africanas, às custas da Alemanha (a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eritreia). O não-cumprimento das promessas feitas à Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial.
Em 1917, a Rússia abandonou a guerra em razão do início da Revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participavam na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino da guerra e garantindo a vitória da Tríplice Entente.

A Reforma Protestante


Reforma Protestante
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


As 95 Teses de Lutero, Disputatio pro declaratione virtutis indulgentiarum, 1522
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 [1] [2] na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma no catolicismo. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.[3]
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, e estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o Protestantismo.

A Revolução Russa


Revolução Russa de 1917
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

A Revolução Russa de 1917 foi uma série de revoltas políticas na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, teve uma série de guerras e conflitos antes mesmo de começar a Revolução. O Governo Provisório propôs uma alienação entre os partidos Menchevique e Bolchevique e (Tataks), resultou no estabelecimento do poder soviético sob o controle do partido bolchevique. O resultado desse processo foi a criação da União Soviética, o primeiro país socialista do mundo, que durou até 1991.
A Revolução compreendeu duas fases distintas:
A Revolução de Fevereiro (março de 1917, pelo calendário ocidental), que derrubou a autocracia do Czar Nicolau II da Rússia, o último Czar a governar, e procurou estabelecer em seu lugar uma república de cunho liberal.
A Revolução de Outubro (novembro de 1917, pelo calendário ocidental), na qual o Partido Bolchevique, liderado por Lênin, derrubou o governo provisório e impôs o governo socialista soviético.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Dia Internacional contra a Discriminação Racial


21 de Março - Dia Internacional contra a Discriminação Racial

Em 1976, a ONU escolhe o dia 21 de março como o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, para lembrar os 60 negros mortos e as centenas de feridos na cidade de Shapeville, África do Sul, em 21 de março de 1960. Estas pessoas foram vítimas da intransigência e do preconceito racial quando pacificamente realizavam uma manifestação de protesto contra o uso de “passes” para os negros poderem circular nas chamadas áreas “brancas” da cidade.

Agora vamos exercitar a aprendiazagem

a- Faça uma pesquisa mais detalhada sobre o assunto
b- Escreva em ao menos 20 linhas a sua compeensão sobre o assunto.
c Responda:
O que foi o Regime do "apartheid"? Onde e como ocoreu?

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A História do Dinheiro


Ai galera do Lourival, estou aguardando uma postagem sobre o tema. A postagem deve conter:
A origem do dinheiro: moeda de troca (conchas, grãos de cacau, etc...), moeda metálica, papel moeda e o dinheiro virtual.
A história do dinheiro no mundo
A história do dinheiro no Brasil
A postagem deverá conter imagens explicativas, a conclusão (o que eu aprendi) e a bibliografia.
O prazo final para a postagem ou a entrega do trabalho será no dia 29/02/2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O que é o : Ataque de negação ao Serviço?


Ataque de negação de serviço é :

a-

Volta às Aulas


Depois de um longo tempo de descanso até que deu umas saudades da escola. Se não dela mesmo ao menos dos amigos e amigas. Bem vindo aos que ainda não os conheço e um abraço à todos que já seguem este Blog. Neste ano quero usa-lo como uma das principais ferramentas para nossa comunicação. Ao criarem os seus blogs ou apenas ao atualizá-lo,identifique-se no perfil com o nome completo. a Série e o número.
Um feliz retorno à todos!