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domingo, 27 de maio de 2012

Oi pessoal do Lourival. Peço-lhes mil desculpas senão
disse que o trabalho sobre o Absolutismo Monárquico é para os segundos anos e a postagem sobre a República Velha e a Revolução de 30 é para o 9ºC. Um abraço para todos! Até terça-feira.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A República Velha 1889-1930

República Velha Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. República dos Estados Unidos do Brasil Governo República, Democracia constitucional Coronelismo Presidente • 1889–1891 Marechal Deodoro da Fonseca (Primeiro) • 1926–1930 Washington Luís (Último) Período histórico Séculos XIX e XX • 15 de novembro de 1889 Proclamação da República do Brasil • 24 de outubro de 1930 Golpe de 1930 Moeda Réis A Primeira República Brasileira, normalmente chamada de República Velha (em oposição à República Nova, período posterior, iniciado com o governo de Getúlio Vargas), foi o período da história do Brasil que se estendeu da proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, até a Revolução de 1930 que depôs o 13º e último presidente da República Velha Washington Luís. Esse período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como "Primeira República", "República dos Bacharéis", "República Maçônica" e "República da Bucha", pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito e o concluiu em São Paulo.[1] Quase todos foram membros da maçonaria. E, quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 - 1841).[2] Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha:[3] Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos "da mesma origem", que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante. — Carlos Lacerda Os candidatos de oposição à presidência da república também foram maçons: Rui Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o ex-presidente da república (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife.

O Absolutismo Monarquico

O absolutismo monárquico Nos século XIV e XV na Europa iniciou-se um processo histórico onde a centralização do Estado na figura de um rei, passou a ser a necessidade de um sistema capitalista em pleno florescimento. Uma só moeda, um só sistema de pesos e medidas, caminhos livres da exploração parasitária de uma nobreza feudal em plena decadência. Os comerciantes e mercadores aliaram-se a uma nobreza ávida de um estado centralizador, forte e empreendedor de grandes negócios. Eis o cenário histórico em que surge Nicolau Maquiavel. Criador da política moderna e burguesa ao separar a Igreja das decisões essências da economia. Separou a ética da política e criou um manual científico de como os príncipes deveriam atuar para conquistarem e permanecerem com o poder. Escreveu em Florença para seu príncipe mais foi posto em prática primeiramente pó Henrique VIII ao criar um imbróglio sobre seu casamento e assim conseguir espoliar os bens da Igreja ao criar a sua própria. Catarina de Medicis também leu dessa fonte e aniquilou todos os seus adversários usando métodos que mais tarde foram chamados de maquiavélicos. A máxima de sua filosofia é: Os fins justificam os meios, ou seja, não importa se eu tenha que matar assinar, trair se assim conseguir meu objetivo maior: O Poder quase que divino do Rei. Como da para se notar os políticos brasileiros parecem ter o Príncipe como cartilha.os na europa Entregar um trabalho individual sobre o absolutismo monarquico e Maquiavel, respondendo uma qustão problema. Qual a relação do livro de Maquiavel e os acontecimentos na europa e em direção ao processo de fortalecimento do poder do rei?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Salve o dia 13 de Maio?

Salve 13 Maio! Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão. No dia 13 de maio "comemoramos" a abolição da escravatura, mas, vejamos a situação atual do negro no Brasil, após há exatamente 121 anos de "liberdade": Total de pobres no Brasil Brancos/as Negros/as 53 milhões 37% 63% Total com renda abaixo de R$120,00 30% 70% Lembramos, inclusive, que o Brasil é o país que, fora da África, concentra a maior população negra. É também o país onde os negros são a parcela da população mais atingida pela exclusão social: baixa remuneração, desemprego, piores moradias, maior taxa de repetência, menor expectativa de vida e altos indíces de mortalidade infantil. Em função disso, como podemos dizer que os negros são livres se relegamos a eles os piores índices. Penso que o 13 de maio só terá sentido quando a sociedade brasileira discutir esses números. OBS: VEJA TODO O TEXTO NO SITE: http://www.fema.edu.br/arqNoticias/361mai.htm